No dia 20 de Junho, o CEI esteve em festa. O Espaço exterior da escola acolheu várias iniciativas que envolveram alunos de todas as idades, professores, pais e muitos amigos que aproveitaram a oportunidade para visitar a escola.
As imagens recordam com cor e alegria as apresentações dos grupos de ginástica, preparados pela Professora Sofia Machado.
"No dia 20 de Junho, o Centro de Educação Integral foi palco da VII Edição da Feira Medieval. À semelhança do que vem acontecendo desde há alguns anos, esta actividade foi desenvolvida pelos alunos no âmbito do trabalho de projecto na disciplina de História e envolveu outras áreas disciplinares, conseguindo assim mobilizar toda a comunidade escolar. A Feira Medieval é um evento importante na vida do CEI que tem como principais objectivos a promoção de saberes transdisciplinares, a preservação do património natural e cultural da região e a recriação de situações históricas da Idade Média.
No recinto, mais de uma centena de figurantes, mormente alunos, incutiram a ambiência da época aos visitantes, apresentando-se vestidos a rigor, com indumentárias que retratavam fidedignamente a sociedade medieval portuguesa, que se caracterizava por ser ruralizada e tripartida, num período em que o vestuário era um dos elementos de diferenciação e distinção social. Com um cenário natural e tipicamente medievo a servir como pano de fundo, foi feita a leitura solene da Carta da Feira pelo arauto, junto ao pelourinho e procedeu-se à abertura da mesma às 10 horas da manhã.
Ao longo do dia músicos, saltimbancos, artesãos, nobres, clérigos, camponeses, bobos, ciganas, dançarinas, pedintes e malabaristas animaram e deram ao recinto da feira um colorido ainda mais festivo, na recriação de um ambiente desusado. Alguns dos “feirantes” com menos pejo, procuraram fazer negócio, apregoando as suas mercadorias, com o intuito de surpreender os clientes mais “incautos” e por conseguinte encherem o ambiente de alegria e entusiasmo. Não faltaram as tendas de vendas e as vendas ambulantes de mel, brinquedos e bijutaria; o artesanato em couro, ferro e madeira; as andas, jogos do prego e do tiro com besta; os passeios equestres, danças orientais, teatro e fantoches. Do cardápio gastronómico constou, e a título de exemplo, o porco no espeto, o vinho, os doces “conventuais” e as fogaças.
Destaque para o “Grupo de Tambores de Santa Maria” que trouxe sons medievais à feira, através do uso de instrumentos de percussão e das gaitas de foles. Realça-se também uma exposição de trabalhos, na qual foram apresentadas maquetas e ilustrações realizadas pelos alunos, sobre castelos e outros aspectos do quotidiano medieval.
No final, a todos os alunos e artesãos participantes, foram ofertadas lembranças, designadamente diplomas e medalhões alusivos ao acontecimento.
O empenho de docentes e discentes permitiram que dentro da escola fosse vivido um dia, no mínimo diferente. Lições de História ao vivo, como a “Feira Medieval” não se podem perder no esquecimento do fundo de um baú de tempos passados. O presente não pode dispensar a memória do passado!
Bem Hajam Todos pela coragem, dedicação e determinação que colocaram neste projecto, que já se tornou um acontecimento marcante no seio da “família” do CEI! Valeu a pena!"
No recinto, mais de uma centena de figurantes, mormente alunos, incutiram a ambiência da época aos visitantes, apresentando-se vestidos a rigor, com indumentárias que retratavam fidedignamente a sociedade medieval portuguesa, que se caracterizava por ser ruralizada e tripartida, num período em que o vestuário era um dos elementos de diferenciação e distinção social. Com um cenário natural e tipicamente medievo a servir como pano de fundo, foi feita a leitura solene da Carta da Feira pelo arauto, junto ao pelourinho e procedeu-se à abertura da mesma às 10 horas da manhã.
Ao longo do dia músicos, saltimbancos, artesãos, nobres, clérigos, camponeses, bobos, ciganas, dançarinas, pedintes e malabaristas animaram e deram ao recinto da feira um colorido ainda mais festivo, na recriação de um ambiente desusado. Alguns dos “feirantes” com menos pejo, procuraram fazer negócio, apregoando as suas mercadorias, com o intuito de surpreender os clientes mais “incautos” e por conseguinte encherem o ambiente de alegria e entusiasmo. Não faltaram as tendas de vendas e as vendas ambulantes de mel, brinquedos e bijutaria; o artesanato em couro, ferro e madeira; as andas, jogos do prego e do tiro com besta; os passeios equestres, danças orientais, teatro e fantoches. Do cardápio gastronómico constou, e a título de exemplo, o porco no espeto, o vinho, os doces “conventuais” e as fogaças.
Destaque para o “Grupo de Tambores de Santa Maria” que trouxe sons medievais à feira, através do uso de instrumentos de percussão e das gaitas de foles. Realça-se também uma exposição de trabalhos, na qual foram apresentadas maquetas e ilustrações realizadas pelos alunos, sobre castelos e outros aspectos do quotidiano medieval.
No final, a todos os alunos e artesãos participantes, foram ofertadas lembranças, designadamente diplomas e medalhões alusivos ao acontecimento.
O empenho de docentes e discentes permitiram que dentro da escola fosse vivido um dia, no mínimo diferente. Lições de História ao vivo, como a “Feira Medieval” não se podem perder no esquecimento do fundo de um baú de tempos passados. O presente não pode dispensar a memória do passado!
Bem Hajam Todos pela coragem, dedicação e determinação que colocaram neste projecto, que já se tornou um acontecimento marcante no seio da “família” do CEI! Valeu a pena!"
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