Só falta o pavilhão desportivo, a inaugurar no próximo ano. Nova biblioteca recebeu o nome do padre Aguiar e apresenta-se como um espaço cultural aberto à comunidade.
Neste momento, o novo edifício está a ser equipado, contando, para já, com oito computadores ligados à Internet. Mas a obra ainda não está totalmente concluída. Segundo Joaquim Valente, director desta escola privada, “falta o pavilhão desportivo que deverá ficar pronto no próximo ano”.
A aposta no ensino profissional é outro dos objectivos de uma instituição que há 16 anos, se afirma como “uma escola para a vida”, anuncia aquele responsável, já nas novas instalações, perante um auditório abundante e ao lado de uma mesa de oradores formada pelo padre Aguiar, presidente da câmara, Castro Almeida, e o actual pároco do concelho, Domingos Milheiro.
“Um marco importante para a cidade”, assim adjectiva Joaquim Valente aquele novo complexo escolar, que demorou 13 meses a ser construído. O presidente da autarquia diz mesmo que “o CEI é uma escola de sucesso, que soube afirmar-se ao longo dos 16 anos. É uma marca de qualidade em S. João da Madeira”.
Baptismo da biblioteca
A nova biblioteca foi baptizada com o nome Padre António de Moura Aguiar, em homenagem ao serviço prestado à cidade ao longo de quase 50 anos(1951-1998), afirmou Joaquim Valente. Será um equipamento “aberto à comunidade” e que permitirá colmatar a inexistência de espaços culturais na Devesa Velha, vinca.
Mas atribuir o nome daquele pároco, já com 90 anos, à biblioteca foi também uma dedicatória pessoal: “Estive nos grupos de jovens, fizemos a nossa preparação como adultos, inserimos os nossos quatro filhos na paróquia e integramos a Escola de Pais Nacional pela mão do padre Aguiar”. o director do CEI recorda ainda que foi a este presbítero natural do Porto que, pela primeira vez, “mostrou os terrenos onde iria nascer o CEI”. O presidente da autarquia, Castro Almeida, junta-se ao rol de elogios e destaca o carácter de homem de valores e convicções forte que caracteriza o padre Aguiar.
“Depois destas palavras, só falta que alguém me lave os pés, acenda duas velas e me coloque no altar”, soltou Aguiar em tom de brincadeira. Para o pároco que baptizou quase toda as crianças sanjoanenses, entre 1951 e 1998, é admirável como 10 anos depois de ter deixado a terra o seu nome ainda ser falado.
Novos cursos profissionais
Acompanhando o aluno desde o início do seu percurso escolar até ao 12.º ano, a missão do CEI é “educar e formar”, tarefa que exige “espírito de equipa e solidariedade profissional”, destaca Joaquim Valente.
“Os excelentes resultados dos exames do 9.º e 12.º anos colocam os alunos do CEI no grupo das melhores escolas do distrito”, sublinha o director deste estabelecimento de ensino para quem o próximo passo é o reforço do ensino profissional. “Há quatro anos lançamos os Cursos de Educação e Formação (CEF), que dão equivalência o nono ano, para o ano vamos investir no ensino profissional, nomeadamente nas áreas do Ambiente, Comércio, Hotelaria e vamos apostar ainda na formação de activos”, revela ao jornal “LABOR”.
“Actualmente, a opção pelo ensino privado é um custo em duplicado”, revela o director do CEI que espera poder contar com “os políticos” para subsidiar as famílias carenciadas. “Porque vale sempre a pena apostar na educação e na formação”.
Com 400 alunos, o CEI espera poder aumentar a lotação de estudantes nos próximos anos lectivos.
Baptismo da biblioteca
A nova biblioteca foi baptizada com o nome Padre António de Moura Aguiar, em homenagem ao serviço prestado à cidade ao longo de quase 50 anos(1951-1998), afirmou Joaquim Valente. Será um equipamento “aberto à comunidade” e que permitirá colmatar a inexistência de espaços culturais na Devesa Velha, vinca.
Mas atribuir o nome daquele pároco, já com 90 anos, à biblioteca foi também uma dedicatória pessoal: “Estive nos grupos de jovens, fizemos a nossa preparação como adultos, inserimos os nossos quatro filhos na paróquia e integramos a Escola de Pais Nacional pela mão do padre Aguiar”. o director do CEI recorda ainda que foi a este presbítero natural do Porto que, pela primeira vez, “mostrou os terrenos onde iria nascer o CEI”. O presidente da autarquia, Castro Almeida, junta-se ao rol de elogios e destaca o carácter de homem de valores e convicções forte que caracteriza o padre Aguiar.
“Depois destas palavras, só falta que alguém me lave os pés, acenda duas velas e me coloque no altar”, soltou Aguiar em tom de brincadeira. Para o pároco que baptizou quase toda as crianças sanjoanenses, entre 1951 e 1998, é admirável como 10 anos depois de ter deixado a terra o seu nome ainda ser falado.
Novos cursos profissionais
Acompanhando o aluno desde o início do seu percurso escolar até ao 12.º ano, a missão do CEI é “educar e formar”, tarefa que exige “espírito de equipa e solidariedade profissional”, destaca Joaquim Valente.
“Os excelentes resultados dos exames do 9.º e 12.º anos colocam os alunos do CEI no grupo das melhores escolas do distrito”, sublinha o director deste estabelecimento de ensino para quem o próximo passo é o reforço do ensino profissional. “Há quatro anos lançamos os Cursos de Educação e Formação (CEF), que dão equivalência o nono ano, para o ano vamos investir no ensino profissional, nomeadamente nas áreas do Ambiente, Comércio, Hotelaria e vamos apostar ainda na formação de activos”, revela ao jornal “LABOR”.
“Actualmente, a opção pelo ensino privado é um custo em duplicado”, revela o director do CEI que espera poder contar com “os políticos” para subsidiar as famílias carenciadas. “Porque vale sempre a pena apostar na educação e na formação”.
Com 400 alunos, o CEI espera poder aumentar a lotação de estudantes nos próximos anos lectivos.
(Texto) in Labor, 17-04-2008

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