Até ao dia 7 de Fevereiro, o CEI acolhe a exposição Jogos do Mundo cedida pela Associação de Professores de Matemática (APM).
Os alunos não têm perdido a oportunidade e lá estão no átrio, em todos os intervalos, para explorarem os trinta jogos disponíveis e testarem a sua estratégia. Para os acolher e orientar está presente a Fânia Batista que tem sido incansável.
Esta é uma actividade que abrirá portas a muitas outras no âmbito da Biblioteca Pe. António Moura de Aguiar. Estejam atentos.
Primeiro, a decisão do local, ficou decidido que seria no "bloco velho", depois a disposição das mesas, ou seja, como ficariam as mesas para que todos os jogos, da primeira semana, coubessem nas mesas existentes e para que a Fânia, responsável por este projecto, conseguisse ver e certificar-se de que estava tudo em ordem. Metemos então mãos à obra, pusemos as mesas na forma combinada, colocamos as toalhas, dispusemos os jogos e respectivas regras, consoante o Continente e montamos os suportes para colocar os painéis respectivos a cada jogo. Tudo isto contou com a colaboração da Fânia Batista, das docentes de Matemática, professora Cláudia Pinho e professora Esmeralda Pinto, do Sr. António e do Sr. Barros, com a nossa, Rita Sá e Ana Rita Ribeiro, e claro, se não fosse a aprovação do director, Joaquim Valente, nada disto seria possível.
Chegada a segunda- feira, as expectativas eram altas, ou seja, que os alunos iriam aderir em massa a esta iniciativa. E assim foi. Chegou à hora do intervalo, e apareceram os primeiros curiosos. Depois de chegarem ao local, difícil era escolher qual o primeiro jogo que iriam experimentar. Nas primeiras vezes, o que mais se ouvia era "Eu até acho que o jogo pode ser divertido, mas não percebo nada destas regras!", mais uma leitura e umas jogadas treino, e começava o "duelo", depois o difícil era parar de jogar. Todos os intervalos, os jogos estavam sempre ocupados todos queriam jogar, dos mais pequenos aos mais crescidos, todos queriam ganhar e melhorar o raciocínio.
Passada uma semana, quando todos já estavam familiarizados com os jogos, foi decidido aumentar a dificuldade. Foi então que mais uma vez a nossa escola abriu fronteiras, e deu novamente as boas vindas a jogos de todo o Mundo, mas estes eram diferentes dos da primeira semana. Começaram as correrias, todos queriam ter o privilégio de serem os primeiros a investigar os novos segredos escondidos. Depois de guardar os novos truques e artimanhas necessários para obter sucesso nos mais recentes jogos, a segunda semana foi então bastante semelhante à semana inicial deste projecto inovador, primeiro a descoberta, depois a confusão, e por último a competição.
Podemos então concluir que iniciativas destas deveriam ser tomadas mais vezes, pois, para além de dar a conhecer outras histórias do mundo, ainda desenvolve os conhecimentos matemáticos, culturais... dos alunos. Ana Rita Ribeiro e Rita Sá 11º ano - Ciências Sociais e Humanas
"Foi uma boa iniciativa, foi diferente e interessante. Devem promover mais iniciativas deste género." Ana Rita 11º ano
"Gostei muito da exposição Jogos do Mundo. Espero que volte a acontecer. Acho que está bem organizado e é uma experiência educativa!" Francisco 8º ano
"Acho que este tipo de exposições é muito interessante. Até abdiquei da minha tarde livre para participar." Inês CPR6
"Foi divertido e aprendemos muito, adorei!" Ana 6º ano
"Gostei muito da exposição Jogos do Mundo. Espero que volte a acontecer. Acho que está bem organizado e é uma experiência educativa!" Francisco 8º ano
"Acho que este tipo de exposições é muito interessante. Até abdiquei da minha tarde livre para participar." Inês CPR6
"Foi divertido e aprendemos muito, adorei!" Ana 6º ano
"Foi no passado dia 23 de Janeiro, que nos deparamos com esta iniciativa, criada pela Associação de Professores de Matemática, que pretende dar a conhecer o mundo, jogando. Quando íamos a entrar, a professora Cláudia Pinho e a mentora deste projecto Fânia Batista, chamaram-nos e pediram-nos ajuda para expor os " Jogos do Mundo".
Primeiro, a decisão do local, ficou decidido que seria no "bloco velho", depois a disposição das mesas, ou seja, como ficariam as mesas para que todos os jogos, da primeira semana, coubessem nas mesas existentes e para que a Fânia, responsável por este projecto, conseguisse ver e certificar-se de que estava tudo em ordem. Metemos então mãos à obra, pusemos as mesas na forma combinada, colocamos as toalhas, dispusemos os jogos e respectivas regras, consoante o Continente e montamos os suportes para colocar os painéis respectivos a cada jogo. Tudo isto contou com a colaboração da Fânia Batista, das docentes de Matemática, professora Cláudia Pinho e professora Esmeralda Pinto, do Sr. António e do Sr. Barros, com a nossa, Rita Sá e Ana Rita Ribeiro, e claro, se não fosse a aprovação do director, Joaquim Valente, nada disto seria possível.
Chegada a segunda- feira, as expectativas eram altas, ou seja, que os alunos iriam aderir em massa a esta iniciativa. E assim foi. Chegou à hora do intervalo, e apareceram os primeiros curiosos. Depois de chegarem ao local, difícil era escolher qual o primeiro jogo que iriam experimentar. Nas primeiras vezes, o que mais se ouvia era "Eu até acho que o jogo pode ser divertido, mas não percebo nada destas regras!", mais uma leitura e umas jogadas treino, e começava o "duelo", depois o difícil era parar de jogar. Todos os intervalos, os jogos estavam sempre ocupados todos queriam jogar, dos mais pequenos aos mais crescidos, todos queriam ganhar e melhorar o raciocínio.
Passada uma semana, quando todos já estavam familiarizados com os jogos, foi decidido aumentar a dificuldade. Foi então que mais uma vez a nossa escola abriu fronteiras, e deu novamente as boas vindas a jogos de todo o Mundo, mas estes eram diferentes dos da primeira semana. Começaram as correrias, todos queriam ter o privilégio de serem os primeiros a investigar os novos segredos escondidos. Depois de guardar os novos truques e artimanhas necessários para obter sucesso nos mais recentes jogos, a segunda semana foi então bastante semelhante à semana inicial deste projecto inovador, primeiro a descoberta, depois a confusão, e por último a competição.
Podemos então concluir que iniciativas destas deveriam ser tomadas mais vezes, pois, para além de dar a conhecer outras histórias do mundo, ainda desenvolve os conhecimentos matemáticos, culturais... dos alunos. Ana Rita Ribeiro e Rita Sá 11º ano - Ciências Sociais e Humanas